Vacinar: Melhor prevenir do que remediar

Videira– Quando o assunto é vacinação a máxima “Melhor prevenir do que remediar” se aplica perfeitamente. Pelo menos é essa a colocação do médico pediatra, Dr Marcelo de Carvalho Taveira. Segundo ele, muitas doenças deixaram de ser problema de saúde pública por causa do calendário de imunização. “É extremamente importante seguir o calendário e respeitar, não somente as doses que precisam ser aplicadas, mas a periodicidade que se orienta” afirmou.

Poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche são algumas das doenças que são prevenidas pela imunização. O calendário básico institui dezesseis vacinas que devem ser aplicadas, da criança ao adulto. Segundo o pediatra, além da resistência a doença a qual a vacina protege, tem o a umento da imunização do paciente, fortalecendo o sistema imunológico com a produção de anticorpos para combater o invasor.

A preocupação, segundo Taveira, está nos mitos que criaram para evitar a massificação da doença. Boatos e fake News atrelam a vacina a geração de problemas no organismo dos vacinados, ocasionando medo e insegurança, além da consequente diminuição da busca pela imunização. “São inverdades que a população não deve acreditar. Cientificamente, as vacinas são os maiores aliados da saúde, além de serem gratuitas e acessíveis. Todo cidadão deve se atentar ao calendário e buscar essa imunização” afirmou.

Embora erradicadas, as doenças precisam da continuidade da massificação da vacinação para evitar que o vírus seja novamente introduzido. No Brasil, doenças como a varíola foi erradicada, além de serem controladas diversas outras, como a poliomielite (paralisia infantil), o sarampo, a coqueluche e a difteria.  Eventuais reações, como febre e dor local, podem ocorrer após a aplicação de uma vacina, mas os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos dessas reações temporárias.

Segundo o pediatra, as pessoas devem estar cientes de todo o processo de pesquisa que está atrás das vacinas. A produção passa por diversas fases de avaliação, até sua aplicação final, passando por diversos institutos reguladores rígidos e independentes, garantindo ainda mais a segurança.

Josiane Zago

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